Yolanda Hopkins e Francisca Veselko afastadas na ronda inaugural do New Zealand Pro
As duas representantes portuguesas estrearam-se esta noite de quinta feira na 4.ª etapa do Championship Tour da WSL, em Raglan,...
...mas acabaram eliminadas numa manhã marcada por poucas ondas e escassas oportunidades.
Não foi a estreia desejada para as surfistas portuguesas no New Zealand Pro, quarta etapa do Championship Tour da World Surf League, que arrancou esta madrugada em Manu Bay, Raglan, com condições inconsistentes e poucas oportunidades de pontuação.A primeira portuguesa a entrar em ação foi Yolanda Hopkins, que enfrentou a jovem canadiana Erin Brooks, de apenas 18 anos. A goofy-footer mostrou-se extremamente confortável na longa esquerda neozelandesa, aproveitando a adaptação natural da sua linha de surf à onda e demonstrando um surf muito sólido, com snaps e batidas fortes que lhe garantiram superioridade ao longo do heat. Yolanda bateu-se bem e procurou responder com o seu surf habitual, mas acabou por não encontrar as oportunidades necessárias para contrariar a intensidade e a eficácia da canadiana, que pareceu totalmente à vontade nas condições, como se estivesse em casa.
Pouco depois foi a vez de Francisca “Kika” Veselko, que teve pela frente a experiente Tyler Wright, bicampeã mundial e uma das surfistas mais consistentes do circuito.A jovem portuguesa entrou bem no heat e mostrou momentos interessantes, especialmente na abordagem em backside, com fluidez e a manobrar no lip. No entanto, Tyler Wright revelou maior experiência na gestão do heat e conseguiu posicionar-se melhor para apanhar as melhores ondas disponíveis.
Poucas ondas penalizaram rookies:
A manhã em Raglan ficou marcada por condições lentas e inconsistentes, com sets espaçados de cerca de 1 metro, e poucas oportunidades reais de construção de scores.Num cenário destes, atletas menos rodadas no contexto do Championship Tour acabam muitas vezes penalizadas, já que a experiência na gestão de prioridade, posicionamento e leitura competitiva pode fazer toda a diferença quando as oportunidades são escassas.Tanto Yolanda como Kika mostraram bons momentos e deixaram sinais positivos, mas acabaram por encontrar adversárias mais eficazes num dia em que cada onda contou. Para as portuguesas, fica a experiência adquirida numa onda nova no CT e a certeza de que haverá novas oportunidades nas próximas etapas.
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