Continua a guerra surfistas vs. companhias aéreas
Desta vez é Eric Geiselman quem tem motivos para reclamar...
Amem-nas ou odeiem-nas. Uma coisa é certa, vai ser difícil obter consenso sempre que o assunto for companhias aéreas e estiver em causa a qualidade do serviço que estas prestam no que diz respeito a manuseamento de bagagem extra, entenda-se, fora de formato ou de porão (e nomeadamente em pranchas de surf).
Depois dos exemplos que já tivemos oportunidade de partilhar, de John John, Alex Gray, Natxo Gonxalez, Marco Fernandez e de Jake Marshall, eis que a fava calhou a Eric Geiselman. O surfista americano viu a American Airlines destruir o tail de algumas das suas recentes pranchas, comprovando, uma vez mais, que o tratamento que as companhias aéreas dão a este tipo de material é muito pouco recomendável e despido de qualquer tacto.
Eric Geiselman aproveitou as redes sociais, especificamente as histórias do Instagram, para revelar o incidente e esperar que seja agora ressarcido pelo mau serviço e evidentes danos.
O surfista, que em tempos quase morreu afogado em Pipeline depois de uma queda, sendo salvo na altura pelo bodyboarder Andre Botha, é um dos gladiadores regulares da Qualifying Series e encontra-se neste momento em 5.º lugar no ranking do circuito mundial de qualificação, depois de ter vencido um QS1,500 por casa (a Florida) e de ter terminado em 3.º lugar no recente QS6,000 de Newcastle.
A novela entre surfistas e as companhias aéreas continua e parece não ter fim à vista.
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