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VER FOTOGALERIAAustrália celebra um dos seus títulos - Créditos: ISA / Jersson Barboza - VER FOTOGALERIA
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Três ouros e título por equipas: Austrália domina Mundial Júnior; Portugal é 10.º
Portugal termina em 10.º num Mundial Júnior dominado pela Austrália...
A Seleção Nacional encerrou o Mundial Júnior de 2026 no 10.º lugar entre 56 nações, melhorando quatro posições relativamente a 2024, mas ficando dois lugares abaixo do resultado alcançado no ano passado. A Austrália dominou a classificação coletiva, à frente dos Estados Unidos e do Brasil.
Portugal terminou o Mundial Júnior de Surf de 2026 no 10.º lugar da classificação por equipas, com 4095 pontos, numa competição que reuniu 56 seleções nacionais.

A vitória coletiva pertenceu à Austrália, que somou 8078 pontos e terminou com uma vantagem superior a dois mil pontos sobre os Estados Unidos, segundos classificados com 6048. O Brasil, com 5430 pontos, completou o pódio, enquanto o Peru foi quarto e o Japão quinto.
Havai, Espanha, Nova Zelândia e França ocuparam as posições seguintes, imediatamente antes de Portugal.
Portugal volta ao Top 10 mundial
O resultado coloca novamente a Seleção Nacional entre as dez melhores equipas do mundo e representa uma recuperação relativamente ao 14.º lugar alcançado em 2024, embora fique aquém da oitava posição conseguida no Mundial de 2025, em Punta Rocas, no Peru.
Olhando para as últimas edições, Portugal tem mantido uma presença relativamente regular na primeira metade da tabela, com alguns resultados de destaque. Foi 6.º em 2023, ano em que Francisco Ordonhas se sagrou vice-campeão mundial Sub-18, e também tinha terminado em sexto em 2015.
Nos restantes anos de referência, Portugal foi 8.º em 2022, 10.º em 2018 e 9.º em 2017.

Manuel Couto e Jaime Veselko entre os melhores portugueses
Individualmente, Manuel Couto conseguiu o melhor resultado português entre os Sub-18 masculinos, terminando no 7.º lugar, com 555 pontos para a classificação coletiva.

Na mesma categoria, Jaime Veselko terminou em 13.º, somando 450 pontos.

Entre as Sub-16 femininas, Mel Canhoto alcançou igualmente o 13.º lugar, num quadro que reuniu 99 atletas.

Nenhum representante português chegou, desta vez, às finais das quatro categorias.
Austrália domina também os títulos individuais
O domínio australiano na classificação por equipas foi acompanhado por três títulos mundiais individuais em quatro possíveis.

Nos Sub-18 femininos, Leihani Zoric sagrou-se campeã mundial com 16,00 pontos na final, à frente da neerlandesa Zoie Zietz (12,77), da brasileira Luara Mandelli (8,44) e da argentina Victoria Muñoz Larreta (7,03).

Nos Sub-16 femininos, nova vitória australiana, desta vez através de Lucy Darragh, que venceu a final com 12,40 pontos. Zoe Panettiere, dos Estados Unidos, foi segunda, Alani Morse, da Nova Zelândia, terceira, e Takihei Ellacott, do Taiti, quarta.

A Austrália conquistou ainda os Sub-16 masculinos, com Locana Cullen a vencer uma final de nível elevado com 16,44 pontos. O japonês Taro Matsuno terminou em segundo, seguido do australiano Rio Luther Barr e do peruano Lucca Barrientos.
A única medalha de ouro que escapou aos australianos foi nos Sub-18 masculinos. O norte-americano Jett Maughan sagrou-se campeão mundial com 15,06 pontos, superando os australianos Ben Zanatta Creagh (14,80) e Ocean Lancaster (14,74) numa final extremamente equilibrada. O brasileiro John Muller foi quarto.


Classificação final por equipas
1.º Austrália — 8078 pontos
2.º Estados Unidos — 6048
3.º Brasil — 5430
4.º Peru — 5293
5.º Japão — 5035
6.º Havai — 5012
7.º Espanha — 4625
8.º Nova Zelândia — 4542
9.º França — 4416
10.º Portugal — 4095
O 10.º lugar encerra assim a participação portuguesa no Mundial Júnior de 2026, numa edição marcada pelo fortíssimo domínio da Austrália, vencedora por equipas e de três dos quatro títulos individuais em disputa.
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