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quinta-feira, 14 janeiro 2021 17:41

COMO VAI SER COM A PRÁTICA SURF NO CONFINAMENTO DE JANEIRO 2021

“O Governo reconheceu o esforço do Surfing nacional e vamos fazer tudo por merecer essa confiança” ...

 

 

 

PRESIDENTE JOÃO ARANHA REAGE AO REGULAMENTO DO NOVO ESTADO DE EMERGÊNCIA

 

 

“O Governo reconheceu o esforço do Surfing nacional

 

e vamos fazer tudo por merecer essa confiança”

 

 

A Direção da Federação Portuguesa de Surf congratula o Governo, através do seu presidente João Aranha, pela redação do regulamento do novo estado de emergência convocado hoje e que tem como objetivo travar o progresso da pandemia de COVID-19.

 

“Este novo confinamento é visto por esta Direção como um mal necessário. Há que travar esta doença e a única arma minimamente eficaz ao nosso dispor, neste momento em que ainda apenas se começou o processo de vacinação, é confinar. Todavia, não podemos deixar de salientar a atenção que o Governo teve para com as modalidades desportivas que, pela sua natureza individual e por serem realizadas ao ar livre, apresentam uma relação risco-benefício muitíssimo favorável. É o caso das modalidades de surfing tuteladas pela Federação Portuguesa de Surf”, diz João Aranha.

 

Ainda segundo o líder federativo, o caso do surfing é paradigmático pelo trabalho “exemplar” levado a cabo pela FPS e por toda a comunidade de atletas (de competição mas também de lazer):

 

“Tivemos um comportamento exemplar desde o lançamento da campanha de regresso ao mar, em maio do ano passado, e conseguimos, inclusive, realizar todos os campeonatos nacionais de todos os escalões de todas as modalidades tuteladas pela FPS. Feito ímpar a nível mundial e só possível com um esforço ímpar dos organizadores destas competições, dos atletas e com a lucidez e boa vontade do Governo.”

 

João Aranha conclui: “O Governo mostra, com esta legislação, que reconheceu o esforço do surfing nacional e vamos fazer tudo para reconhecer essa confiança. Nesse sentido, apelo a toda a comunidade do surfing que continue a comportar-se de forma responsável e siga as diretrizes estabelecidas na campanha “De Volta ao Mar”, nomeadamente, o surf individual e desagrupado, distanciamento social, limite de 90 minutos nas sessões e surfar e deixar a praia imediatamente, sendo esta apenas e só, ponto de passagem.”

 

Clarificar escolas de surf :

 

Sensível é, ainda, todavia, o funcionamento das escolas de surf. Agentes económicos com papel fundamental no fomento da modalidade e do turismo, não está claro no diploma hoje publicado, a possibilidade do seu funcionamento, normal ou, necessariamente, especificamente regulamentado.

 

João Aranha sublinha que está a fazer contactos junto do Governo para clarificar esta situação:

 

“Estamos a esforçar-nos ao máximo para apurar os contornos deste sector tão delicado e importante e esperamos ter uma resposta às questões das escolas de surf o mais rapidamente possível, sendo que estas, pela sua natureza e pela complexidade desta conjuntura, recaem na alçada de diversos ministérios.”

 

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