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terça, 20 agosto 2019 08:59

AMEBA COMEDORA DE CÉREBROS VOLTA A MATAR EM PARQUE AQUÁTICO

nos Estados Unidos...

Em Dezembro de 2018, a morte de Fabrizio Stabile, um surfista de 29 anos de idade, após contrair a ameba Naegleria fowleri na piscina de ondas artificiais de Waco, no Texas, deu que falar na imprensa mundial e fez toda a gente questionar-se sobre o que seria esta “ameba que come o cérebro”.

Esta ameba é rara, mas de acordo com os registos tem uma taxa de mortalidade elevada (+ 97% dos casos) e caracteriza-se por destruir o tecido cerebral. A ameba é normalmente encontrada em lagos, rios e fontes termais e prefere água doce quente. É introduzida na água com mais frequência através do solo, seja lama ou uma linha de água, podendo estar presente por um dia e desaparecer no seguinte, mas os episódios de infeções são raros.

A Naegleria fowleri não causa doenças se ingerida, mas pode ser fatal se for forçada para o nariz, o que pode acontecer com pessoas quando mergulham, fazem esqui aquático ou outras atividades aquáticas.

Um ano após ter feito uma vítima mortal, a temida ameba volta a matar nos Estados Unidos num parque aquático quando Eddi Gray, um homem de 50 anos de idade, contraiu a Naegleria fowleri após nadar no lago artificial do Parque Aquático Fantasy Lake, em Hope Mills, Carolina do Norte, no passado dia 12 de Julho.

Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças americano, a Naegleria fowleri infectou apenas 145 pessoas nos Estados Unidos de 1962 a 2018, mas a proximidade entre estes dois episódios mortais volta a trazer à tona a preocupação sobre a segurança para a saúde pública deste tipo de instalações aquáticas artificiais. 


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