Sexta etapa do World Tour, em Jeffreys Bay, inicia na próxima semana. Sexta etapa do World Tour, em Jeffreys Bay, inicia na próxima semana. Foto: DR

Itens relacionados

terça, 03 julho 2018 11:40

Cinco inesquecíveis "notas 10" no historial do Open J-Bay

Tom Curren, Jordy Smith, Nathan Hedge, Filipe Toledo e Frederico Morais são os nomes a reter… 

 

O Corona Open J-Bay, a sexta paragem do WCT 2018, já se encontra em andamento e até ao momento a coisa está a correr bem. As direitas de Jeffreys Bay raramente desiludem, têm estado ao rubro nas últimas semanas e deixam antever, uma vez mais, um campeonato para a memória. 

  

Os primeiros cinco classificados do ranking estão separados neste momento por pouco mais de 7000 pontos, mas é de frisar que, se Gabriel Medina, Filipe Toledo e Willian Cardoso estiveram consistentes no Heat de abertura e não tiveram problemas em garantir uma vaga no Round 3, o mesmo já não se pode dizer de Julian Wilson, o camisola amarela, que foi remetido para o Round 2 e aí, frente ao wildcard Matthew McGillivray, quase não ganhou para o susto

 

Ainda assim, o australiano assegurou a permanência no evento e com isso também garantiu, para já, a liderança no ranking mundial. O mesmo, porém, não se pode dizer de Italo Ferreira que foi afastado no Round 2 e está para já arredado da luta pelo título. Em segundo lugar, Filipe Toledo, a uma distância de 1315 pontos, espreita a oportunidade para atacar o primeiro lugar. 

 

Entretanto, neste segundo dia de competição, que se encontra à porta do importante Round 3, decidimos relembrar cinco notas 10 no J-Bay Open que foram absolutamente inesquecíveis e avassaladoras na mesma medida.

 

Ora vê do que estamos a falar:  

 

 

Filipe Toledo, Round 4, Open J-Bay 2017

A vitória do brasileiro, o ano passado, ainda está bem viva na mente de todos nós. Filipe Toledo esteve uns furos bem à frente da concorrência no Open J-Bay 2017. Por altura do Round 4, ele arranca numa onda e faz dois (sim, dois!) impressionantes Alley-Oops que deixou o painel de juízes sem margem de manobra. Nota 10, claro está! 

 

 

Jordy Smith, Heat 10, Round 1, J-Bay Open 2014

Nota 10 merecida, pois todas as manobras efetuadas pelo sul-africano são dadas no crítico e em “open face". Isto já para não mencionarmos que Smith usa um reportório de manobras, numa única onda, que nem sempre nos é dado a observar. A confiança, a velocidade e a segurança demonstrada por Jordy só poderiam resultar na nota máxima. 

 

 

Nathan Hedge, J-Bay Open 2012

Estávamos em 2012 e Nathan Hedge ainda corria o tour. O australiano aproveitou as boas (excelentes) condições para espancar o lip de Jeffreys por sete vezes consecutivas. Usando o seu ataque vertical de backside, diga-se verdadeiramente mortífero, Hedge aplicou uma linha top-to-bottom e foi aumentando o ritmo ao longo da onda, ligando sempre os movimentos de forma bem sequencial. No final, o “claim” que todos já esperariam e a nota 10 perfeita. 

 

 

Tom Curren, Heritage Final Series, J-Bay Open 2014

Em 2014, num heat disputado com Mark Occhilupo, Tom Curren deixou tudo e todos boquiabertos. As ondas estavam “on fire” na secção de Supers, mas o desempenho do antigo campeão mundial, um ídolo para muitos, provou que este ainda podia fazer mossa entre a atual elite do surf mundial. Na altura, o norte-americano foi rápido e dinâmico q.b., teve uma leitura de onda perfeita, encaixou para o tubo e fez até um atípico “claim” à saída. Curren foi como sempre foi: clássico e absolutamente apaixonante. 

 

 

Frederico Morais, 1/4 de final, Open J-Bay 2017

Em 2017 Frederico Morais chegou à final da competição sul-africana e por pouco não venceu. Nos 1/4 de final passou de forma avassaladora por John John Florence, de uma maneira que o campeão mundial simplesmente não pôde suster o "power surf" empreendido pelo português. Confere o 10 perfeito conseguido nessa bateria dos 1/4 de final. 

 

CONTINUA A ASSISTIR, EM DIRETO, AQUI

 

Perfil em destaque

Scroll To Top