José Ferreira alcançou a final na edição inaugural. José Ferreira alcançou a final na edição inaugural. Foto: Masurel/WSL

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terça, 18 abril 2017 10:50

Pro Santa Cruz revela “wildcards” e prepara elenco de luxo com Fioravanti, Dantas e Igarashi

QS3000 tem lugar de 25 a 30 de abril nas águas do Oeste… 

 

É já na próxima terça-feira, 25 de abril, que o Pro Santa Cruz presented by Oakley inicia nas águas de Santa Cruz, Torres Vedras. A prova faz parte da World Qualifying Series da WSL e realizou-se pela primeira vez em julho de 2016, com a categoria QS1000. 

 

No entanto, a consistência e a qualidade de Santa Cruz para a prática de surf valeu-lhe um “upgrade": Este é o único evento QS de 3000 pontos na Europa tornando-o, por isso, um dos mais apetecíveis para quem está na corrida para a qualificação para o World Tour. É, inquestionavelmente, um evento de extrema importância no calendário da WSL.

 

Estão inscritos 140 atletas de todo o mundo e, até à data, confirmados três surfistas que fazem parte do Championship Tour: Leo Fioravanti, Wiggolly Dantas e Kanoa Igarashi. O elenco é de luxo. 

 

A prova conta ainda com Aritz Aranburu e Marlon Lipke, ex-atletas do CT; Gony Zubizarreta, que acabou de vencer o QS1000 na Caparica; Pedro Henrique, o campeão da Liga Nacional de Surf; o francês Jorgann Couzinet e o brasileiro Yago Dora, 2.º e 3.º classificados no ranking ‘QS; e o espanhol Andy Criére, vencedor da etapa o ano passado. 

 

Na armada portuguesa são mais de vinte os atletas que não falharam à chamada: Francisco Alves, Francisco Carrasco, João Kopke, Ruben Gonzalez, Luís Perloiro, Frederico Magalhães, Pedro Coelho, Neco Pyrrait, Eduardo Fernandes, Guilherme Fonseca, Jácome Correira, Tomás Ferreira, Francisco Silva, Robertson Gonçalves, Ivo Lourenço, Miguel Blanco, Nic von Rupp, Tomás Fernandes e, claro, Vasco Ribeiro que ocupa neste momento o 50.º lugar no ranking da Qualifying Series. 

 

WILDCARDS

Para este ano a organização decidiu atribuir os “wildcards” a Tiago Santos, uma jovem promessa local de 18 anos, e a Tiago Pires que, como se sabe, carregou durante sete anos a bandeira nacional no escalão máximo do surf mundial.  

 

SANTA  CRUZ

Nos últimos anos Portugal tem vindo a tornar-se na principal referência europeia no que a surf diz respeito. Apoiar o surf profissional tornou-se uma prioridade e como resposta há cada vez mais novos talentos a surgirem pelo país. Desta forma, com as várias provas de qualificação que têm lugar, como este QS3000 de Santa Cruz, os atletas podem afiar os dentes antes de atacaram o palco mundial. 

 

Santa Cruz, por sua vez, está situada a meio caminho entre a Ericeira e Peniche, as duas Mecas do surf em Portugal. A sua consistência oceânica rapidamente construiu nome e se tornou destino regular nos dias de menor swell. Agora ainda mais após a realização do QS1000 em 2016. 

 

A passagem de graduação de 1000 para 3000 pontos atrairá definitivamente um maior número de talentosos surfistas para as suas praias de areia de branca esta primavera. 

 

A história tem vindo a mostrar que bons resultados em provas de categoria QS3000 podem fazer a diferença numa campanha de qualificação para a elite, resultando até, em última análise, na composição de pontos para o top 100 que dará acesso aos eventos de maior graduação do WQS que se realizam ao redor do planeta. 

 

O ano passado viu dois jovens surfistas, Andy Criere e Garazi Sanchez-Ortun, levarem a melhor em ondas divertidas de um metro e, embora os surfistas portugueses não tenham conseguido vencer em casa, duas presenças nas finais foram suficiente para galvanizar o público num dia quente de verão. 

 

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