Sexta etapa do World Tour, em Jeffreys Bay, inicia na próxima semana. Sexta etapa do World Tour, em Jeffreys Bay, inicia na próxima semana. Foto: DR

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sexta, 07 julho 2017 16:30

Três inesquecíveis "notas 10" no J-Bay Open

Tom Curren, Jordy Smith e Nathan Hedge são os nomes a reter nesta sexta-feira… 

 

O Corona Open J-Bay, a sexta paragem do WCT 2017, está à porta, tem lugar de 12 e 23 de julho e já está a deixar a comunidade do surf em polvorosa. O motivo são as direitas de Jeffreys Bay que têm estado ao rubro nas últimas semanas e prometem um campeonato para a memória. 

 

Os confrontos do Round 1 podem ser vistos aqui

 

Os primeiros cinco classificados do ranking estão separados por apenas 600 pontos e, depois da vitória em Cloudbreak, Matt Wilkinson volta a vestir a camisola amarela da WSL. O australiano tem um ponto (ou dois) a seu favor, pois já participou nas meias finais do evento em 2014.

 

John John Florence, campeão mundial em título, nunca venceu a prova mas o ano passado chegou à final (que acabou por perder para Mick Fanning). Neste momento no segundo lugar do ranking, a 250 pontos do primeiro lugar, o havaiano quer voltar a assumir a liderança do tour na arena africana. 

 

Jordy Smith, Adriano de Souza e Owen Wright estão empatados na terceira posição do ranking, mas o sul-africano leva uma ligeira vantagem neste trio uma vez que já venceu em Jeffreys por duas vezes (lê mais sobre isto aqui). 

 

Há umas semana atrás, Dale Staples venceu as triagens do evento e conquistou um dos wildcards para estar presente entre a elite. O segundo wildcard será revelado após o término do QS10000 que está a ter lugar em Ballito. 

 

Entretanto, nesta sexta-feira de “flashback”, à porta do fim de semana, decidimos relembrar três notas 10 no J-Bay Open que foram absolutamente inesquecíveis e avassaladoras na mesma medida. Ora vê do que estamos a falar:  

 

 

Jordy Smith, Heat 10, Round 1, J-Bay Open 2014

Nota 10 merecida, pois todas as manobras efetuadas pelo sul-africano são dadas no crítico e em “open face". Isto já para não mencionarmos que Smith usa um reportório de manobras, numa única onda, que nem sempre nos é dado a observar. A confiança, a velocidade e a segurança demonstrada por Jordy só poderiam resultar na nota máxima. 

 

 

Nathan Hedge, J-Bay Open 2012

Estávamos em 2012 e Nathan Hedge ainda corria o tour. O australiano aproveitou as boas (excelentes) condições para espancar o lip de Jeffreys por sete vezes consecutivas. Usando o seu ataque vertical de backside, diga-se verdadeiramente mortífero, Hedge aplicou uma linha top-to-bottom e foi aumentando o ritmo ao longo da onda, ligando sempre os movimentos de forma bem sequencial. No final, o “claim” que todos já esperariam e a nota 10 perfeita. 

 

 

Tom Curren, Heritage Final Series, J-Bay Open 2014

Em 2014, num heat disputado com Mark Occhilupo, Tom Curren deixou tudo e todos boquiabertos. As ondas estavam “on fire” na secção de Supers, mas o desempenho do antigo campeão mundial, um ídolo para muitos, provou que este ainda podia fazer mossa entre a atual elite do surf mundial. Na altura, o norte-americano foi rápido e dinâmico q.b., teve uma leitura de onda perfeita, encaixou para o tubo e fez até um atípico “claim” à saída. Curren foi como sempre foi: clássico e absolutamente apaixonante. 

 

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