Gonçalo Magalhães, 17 anos, Matosinhos. Gonçalo Magalhães, 17 anos, Matosinhos. Foto: Rui Jorge Oliveira

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quinta, 03 agosto 2017 15:21

Gonçalo Magalhães

Abrimos o mês de agosto com um surfista produzido nas ondas da Invicta… 

 

É um dos novos talentos nacionais, forjado nas nas geladas águas do norte, que tem vindo a conquistar o seu espaço em várias competições, quer a nível nacional como internacional. É o Perfil da Semana by Surftotal a dar sinal neste mês quente de agosto. 

 

Nome?

Gonçalo Magalhães. 

 

Idade?

17 anos. 

 

Praia local?

Praia de Matosinhos. 

 

Estudos?

12.º ano de escolaridade. 

 

Anos de surf?

10 anos de surf. 

 

Quiver?

Polen 5'8" e Polen 5’9”. 

 

“Mais do que um desporto,

[o surf] é uma partilha de bons momentos com amigos"

 

- À sombra nas Maldivas. Foto: Rui Jorge Oliveira

 

Porque escolheste praticar surf?

O surf surgiu por acaso, pois desde sempre gostei de desportos radicais como o skate, patins, bike, etc. Um dia, aos 7 anos, fiz uma aula de surf e a partir daí nunca mais parei.

 

Pico preferido?

Chickens, nas Maldivas. 

 

Última surfada memorável que tenhas feito?

Foi este ano em Chickens.

 

Maior susto?

O maior susto que apanhei foi em Leça da Palmeira tinha 8 anos.

 

Última viagem de sonho?

Maldivas, este verão, com a APS - Academia Profissional de Surf. 

 

"Um dia, aos 7 anos, fiz uma aula de surf

e a partir daí nunca mais parei"

 

- A tirar total proveito de poder surfar em calções. Foto: Rui Jorge Oliveira

 

Competição ou free surf?

Prefiro a competição, porque temos que levar o nosso desempenho ao limite e no final aprendemos sempre com o resultado obtido e ficamos mais inspirados para o próximo campeonato. 

 

Como está o surf atualmente?

O surf atual está em grande mudança. Em Portugal a qualidade do surf jovem está com um nível cada vez mais elevado com grandes perspetivas para o futuro, porque, na realidade, a lista de jovens é imensa e isso é uma imagem bem real do enorme potencial de Portugal nesta modalidade. A nível internacional e nacional está a ocorrer uma mudança para um surf cada vez mais técnico e radical.

 

Quem é a tua grande inspiração nacional e internacional?

Maior inspiração nacional é Frederico Morais. A nível internacional, Mick Fanning. 

 

Mensagem a deixar?

O surf, mais do que um desporto, é uma partilha de bons momentos com amigos, adversários (em competição) e que nos proporciona sensações inesquecíveis. Por isso, aconselho a prática deste desporto a toda a gente.

 

- A explorar o espaço aéreo das Maldivas. Foto: Rui Jorge Oliveira

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