quinta, 13 junho 2013 00:00

A CASUALIADE DE CRAIG ANDERSON!

Craig Anderson, neste momento, encontra-se na Califórnia com Dane Reynolds a terminar as gravações de Slow Dance. Mesmo assim, arranjou algum tempo para responder a umas perguntas da SurfTotal.

Fica com a entrevista!

 Craig “Ando” Anderson, indiscutivelmente um dos surfistas mais “harmoniosos” da atualidade, está prestes a regressar ao grande ecrã na mais recente produção da Marine Layer Productions, Slow Dance. É aquele tipo de surfista que parece bem, mesmo parado em cima de uma onda. Apesar de todo o seu estilo, a sua abordagem moderna aos tubos e aéreos não passa despercebida. Participou em filmes como: Moments, Modern Collective, Castles in the Sky, Innersection ou Dear Suburbia.

 

SurfTotal: Fala-nos da tua cidade natal, Bluewater Bay?

Craig Anderson: Vivi em Bluewater Bay nos primeiros 16 anos da minha vida, antes de emigrar com a minha família para Newcastle na Austrália. Bluewater Bay é uma pequena comunidade, situada a 15 minutos, na parte este de Port Elizabeth. Lá só existiam uma mão cheia de surfistas e tínhamos à nossa disposição uma praia, que se estendia ao longo de 15 km e com a foz do rio (que te suga, muito rapidamente). Bastante consistente durante o ano, com ondas divertidas e bons fundos. Fui afortunado o suficiente por crescer numa casa mesmo em frente ao mar e Jeffreys Bay ficar logo ali ao lado.

 

Onde estás neste momento? 

Neste momento estou na Califórnia com o Dane (Reynolds) a trabalhar no filme Slow Dance, que deverá terminar dentro de duas semanas. Tem estreia prevista para o inicio do próximo mês de Agosto.

 

Como está a correr esse projeto? 

Está a correr muito bem, antes deste projeto ainda não conhecia pessoalmente o Dane, por isso, é divertido andar com ele e produzir algo em que ambos estamos entusiasmados. Tenho também a oportunidade de viajar bastante, rodeado de bons amigos e outros surfistas que admiro e respeito, como: Rob Machado, Ozzie Wright, Dion Aguius, Occy, Matt Hoy, Dane, etc.

 

O freesurf é um trabalho “fácil”? 

Na verdade nunca tive um outro trabalho, exceto um trabalho na construção civil que fazia depois das aulas, o que não era nada fácil. O Freesurf é um trabalho de sonho para mim, no entanto requer boa comunicação e organização no que respeita a mails e mater os meus patrocínios felizes felizes. A parte disto, é praticamente andar por aí com bons amigos a surfar ondas fantásticas.

 

Fala-nos das tuas pranchas. Algo de novo? 

Tenho utilizado pranchas Hayden Shapes Surfboards há já bastante tempo. É um amigo de família e sempre me fez pranchas que realmente funcionam. Tenho usado o modelo Merlot durante o Verão na Austrália, é nova e estou a gostar bastante dela.

 

Sabemos que gostas de musica, As mais ouvidas da tua playlist? Dirty Beaches, Ultimate Spinach, Airel Pink, El Perro del Mar, Gary War, Molly Nilsson e James Brown.

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